ESPESSURA IDEAL DA CAMADA DE GEL DE ACOPLAMENTO NA AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DAS ESTRUTURAS NAS DIFERENTES CAMADAS DE TECIDO FACIAL: RELATO DE CASO
DOI:
https://doi.org/10.51670/aos.v7i2.329Palavras-chave:
espessura do gel, espessura da pele, gel de acoplamento, ultrassonografia, ultrassonografia cutânea.Resumo
Objetivo: Demonstrar, em um relato de caso, como diferentes espessuras do gel de acoplamento de transmissão ultrassonográfica influenciam as imagens ultrassonográficas cutâneas faciais. E, assim clarificar a influência de uma espessura ideal para o exame como primeiro passo a fim de se criar,no futuro, um protocolo clínico. Metodologia: foram realizadas três imagens ultrassonográficas com o aparelho de ultrassom Chison Sono Eye, sonda P1, na frequência de 14 MHzem um indivíduo do sexo masculino na região temporal na linha T3,com o gel nas espessuras de 3mm, 5mm e 10 mm.Resultados: Há uma diferença de qualidade de imagem obtida dependendo da distância entre a sonda ultrassonográfica e a epiderme preenchida como gel utilizado para este tipo de exame. A espessura de 03mm foi a ideal. Conclusão: A espessura do material de acoplamento interfere para a boa qualidade da nitidez das imagens geradas durante o exame de ultrassonografia facial para a análise das camadas de tecido da face, evitando a distorção das camadas e áreas nebulosas e a probabilidade de erros de interpretação. Camadas finas abaixo de 2mm ou as grossas, acima de 20mm de gel, formam imagens, em qualidade visual, diferentes da estrutura analisada da mesma região.





